Projetos

Cultura e Desenvolvimento: Projetos Culturais e a Agenda 2030

Aprovada pela ONU, a 25 de setembro de 2015, a Agenda 2030 de Desenvolvimento Sustentável, constituída por 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), desdobrados em 169 metas, é um contrato social mundial com o objetivo de resolver necessidades das pessoas, enfatizando que ninguém deve ser deixado para trás. Trata-se de uma agenda abrangente e ambiciosa que aborda várias dimensões do desenvolvimento sustentável (social, económico, ambiental) e que promove a paz, a justiça e instituições eficazes. A mobilização dos meios para a sua implementação é reconhecida como fundamental, sendo que todos têm um papel a desempenhar. Como a cultura atravessa implicitamente todo o documento – uma vez que o seu plano de ação está centrado nas pessoas, no planeta, na prosperidade, na paz e nas parcerias – os profissionais e as organizações do setor cultural podem e devem assumir um papel importante para o cumprimento da Agenda 2030.

Quando, em 2019, a ONU aprovou a década da ação da Agenda 2030 e a Unesco apresentou os indicadores da cultura para a Agenda 2030, o CECS-UM considerou ser o momento adequado para desenvolver uma investigação que se centrasse na dimensão cultural da Agenda 2030 e integrasse 2 vertentes:

  1. compilação e disseminação de evidências de projetos culturais enquadrados na Agenda 2030;
  2. capacitação de profissionais/organizações do setor cultural (P&O-CS) para desenvolverem projetos culturais alinhados com a Agenda 2030.

Por isso, desenhámos um projeto exploratório (PeX.20), para ser implementado em 2020 com recursos próprios do projeto estratégico do CECS-UM (UIDB/00736/2020), para aferir a pertinência da ideia e testar a adequabilidade da metodologia. Sendo que a implementação deveria acontecer em 2 momentos e países distintos, para conseguirmos incluir na análise exploratória fatores relacionados com a diversidade cultural e organizativa do tecido cultural de diferentes contextos.

Da implementação do PeX.20, convocamos alguns dos resultados obtidos:

  • no 1º momento, que decorreu em Portugal, aplicámos 1 inquérito por questionário online a P&O-CS para o registo voluntário de projetos culturais desenvolvidos com o enquadramento da Agenda 2030 – nem os constrangimentos provocados pela COVID-19 impediram uma forte adesão, tendo sido validados 278 projetos culturais promovidos em todas as regiões de Portugal;
  • no 2º momento, alargámos o PeX.20 ao Brasil, para testarmos uma versão do questionário adaptada ao contexto e para dinamizarmos oficinas de formação-ação, o principal instrumento metodológico de capacitação dos P&O-CS. Para potenciar o trabalho promovemos uma rede de parcerias com instituições académicas e do setor cultural de 7 estados brasileiros. Os resultados ultrapassaram largamente as expectativas, com a identificação de 1586 projetos culturais promovidos por 986 P&O-CS de 24 estados brasileiros e com a dinamização de 8 oficinas de formação-ação virtuais, que contaram com a participação de 163 P&O-CS e que permitiram a produção de 99 ensaios de reflexão individual e a conceção de 30 ideias de projetos culturais em rede a partir da Agenda 2030.

Terminado o PeX.20, tornou-se óbvia a sua pertinência e assim surge o 2CN-CLab 2030 para, inspirado no ODS 17, fomentar a criação de parcerias multissetoriais (academia/cultura), que, assentes em processos colaborativos e na comunicação participativa, concorram para fortalecer a dimensão cultural da Agenda 2030 na década da ação. Nesta âmbito, em 2021 estamos a desenvolver de forma mais veemente o projeto “Cultura e Agenda 2030 no Brasil” [+INFO] e em 2022 pretendemos alargar o projeto ao contexto africano.

 

EQUIPA

Portugal

  • Manuel Gama
  • Rui Vieira Cruz
  • Clemência Matos
  • Vanessa Barros (2020)
  • Joana Almada (2020-2021)
  • Cláudia Dominguez (2021)

Brasil :: 2020

 

ATIVIDADES 2020

2CN-CLab Talks “Projetos Culturais e a Agenda 2030”

Oficinas 2CN-CLabProjetos Culturais em Rede e a Agenda 2030

  • 08 de outubro a 26 de novembro (quintas-feiras das 10h00 às 11h30) :: Rio de Janeiro (Brasil)
  • 08 de outubro a 26 de novembro (quintas-feiras das 14h00 às 15h30) :: São Paulo (Brasil)
  • 08 de outubro a 26 de novembro (quintas-feiras das 17h00 às 18h30) :: Ceará (Brasil)
  • 20, 26, 27 e 30 de outubro (14h00 às 17h00) :: Pernambuco (Brasil)
  • 31 de outubro a 21 de novembro (sábado das 9h00 às 12h00) :: Pernambuco (Brasil)
  • 11 de novembro a 4 de dezembro (quartas-feiras e sextas-feiras das 18h30 às 20h00) :: São Carlos, São Paulo (Brasil)
  • 16 de novembro a 10 de dezembro (segundas-feiras e quintas-feiras das 19h00 às 20h30) :: São Caetano, São Paulo (Brasil)
  • 24 e 25 de novembro (14h00 às 17h00) :: Pernambuco (Brasil)

 

ATIVIDADES 2021

Seminários e Talks (horário de PT)

Oficinas 2CN-CLabProjetos Culturais em Rede e a Agenda 2030” (horário de BR)

  • 26 de maio a 25 de agosto (quartas-feiras das 10h30 às 12h30) :: Departamento Nacional do Sesc (Brasil)

Contributos para o Plano Estratégico Municipal de Cultura da Guarda

No contexto do processo de candidatura de Guarda a Capital Europeia da Cultura 2027 e da definição do Plano Estratégico Municipal para a Cultura até 2030, o  PolObs está a realizar para o Município da Guarda um estudo que integra um olhar sobre as dinâmicas culturais da Guarda.

O questionário “Público Geral” pode ser preenchido até o dia 13 de junho através da hiperligação: https://bit.ly/PublicoGeralGuarda

 

Presença de mulheres nos cargos de poder político, de decisão e de gestão na área da cultura em Portugal

Crédito da imagem: Katia Zelo

A par das questões culturais, a Agenda 2030 é atravessada por dinâmicas de desenvolvimento e sustentabilidade, procurando promover a paz, a prosperidade e o bem-estar dos seres humanos, buscando incentivar condições de progresso, inclusão e igualdade. Neste sentido, cedo se tornou óbvio que as problemáticas relacionadas com o género estão explicitamente incluídas na Agenda 2030 e devem ser refletidas e analisadas à luz do documento, até porque emergem no ODS 5 – Alcançar a igualdade de género e empoderar todas as mulheres e raparigas. Em vez de um único indicador, a igualdade de género atravessa as 4 dimensões temáticas e os 22 indicadores para a cultura na Agenda 2030.

Seguindo as linhas de cruzamento entre a cultura e as questões de género presentes na Agenda 2030, e antecipando que, em Portugal, há necessidade de analisar a interseção destas duas dimensões com a dimensão política, a equipa do Observatório de Políticas de Ciência, Comunicação e Cultura da Universidade do Minho (PolObs) procura lançar um olhar sobre a presença das mulheres nos cargos políticos de poder, de tomada de decisão e de gestão, particularmente na área da cultura.

No âmbito deste projeto, importa perceber qual a presença efetiva das mulheres em cargos de poder político, de decisão e de gestão, distintamente na área da cultura, no contexto nacional. Na determinação deste macro objetivo, levantam-se algumas questões estruturais: se as mulheres começam a ganhar lugar no contexto político português, será que as políticas para a cultura também começam a ganhar uma envolvência no feminino? Qual a proporção de mulheres que estão em lugares de decisão política na cultura? Quem são estas mulheres? Os interesses e as preocupações delas têm espaço na agenda? As estruturas culturais apresentam algumas diferenças pela gestão no feminino? Que diferença faz uma mulher na gestão pública da cultura?

Para responder a estas questões, uma equipa multidisciplinar do POLObs considerou relevante e pertinente realizar este estudo sobre a presença de mulheres nos cargos de poder político, de decisão e de gestão na área da cultura em Portugal, estruturado em três dimensões principais:

  • Dimensão 1 – Presença de mulheres nos cargos de poder político na área da cultura;
  • Dimensão 2 – Presença de mulheres nos cargos de decisão na área da cultura;
  • Dimensão 3 – Presença de mulheres nos cargos de gestão na área da cultura.

O desenvolvimento do estudo terá como base uma metodologia que conjugará uma abordagem qualitativa com uma abordagem quantitativa e integrará instrumentos e técnicas diversificadas, que a seguir se elencam em função dos objetivos anteriormente fixados.

Equipa do projeto:

Sara Vidal Maia (Investigador Responsável)

Manuel Gama (Co-Investigador Responsável)

Cláudia Dominguez

Joana Almada

Dinâmicas Culturais Torres Novas 2020: Contributos para a elaboração do Plano Estratégico Municipal para a Cultura

No contexto da definição do Plano Estratégico Municipal para a Cultura, o Município de Torres Novas encomendou ao POLObs, o estudo “Dinâmicas Culturais Torres Novas 2020: Contributos para a elaboração do Plano Estratégico Municipal para a Cultura”, que contempla, numa duas fases.

Na primeira fase,  pretende-se, entre outros, atingir os seguintes objetivos específicos:

  1. Analisar as estratégias de equipamentos e de eventos culturais âncora para o diálogo, o envolvimento, a fidelização, a captação e a formação de públicos;
  2. Caracterizar os perfis dos públicos da cultura de Torres Novas;
  3. Estudar o grau de satisfação sobre as dinâmicas culturais municipais;
  4. Identificar públicos potenciais de Torres Novas.

O questionário “Públicos da Cultura de Torres Novas” pode ser preenchido através desta hiperligação.

Na segunda fase,  vai ser desenvolvida uma oficina para acompanhar cientifica e tecnicamente a elaboração do PEM.C de Torres Novas.

CORIOLIS

Coriolis – Movimento para a Sustentabilidade é um projeto promovido pela Companhia Instável em parceria com a Rede Inducar.

Inspirado na “força” Coriolis, que atua e se difunde simultaneamente em múltiplas direções, o projeto visa melhorar a capacidade interna de um conjunto de organizações culturais do Porto e Região Norte, ao mesmo tempo que as aproxima entre si, incentiva a colaboração e promove a atuação em conjunto.

O POLOBS vai colaborar em duas dimensões do projeto:

  • Identificação de necessidades de capacitação das organizações de artes performativa da região Norte, que conduzirá ao desenho de um programa de capacitação a implementar a partir de novembro de 2020;
  • Apoio à elaboração de um Manual de Boas Práticas, na área das artes performativas

Coriolis – Movimento para a Sustentabilidade é financiado pelo mecanismo EEA Grants, inserido no Eixo 4 do Programa Cidadãos Ativo@s, promovido em Portugal pelo consórcio Fundação Calouste Gulbenkian e Fundação Bissaya Barreto.

Públicos da Cultura de Braga: 2º semestre de 2020

Quarenta e dois anos depois de ter sido lançada a iniciativa que esteve na origem da atual ação da União Europeia intitulada “Capitais Europeias da Cultura” (ação) e cujas linhas orientadoras estão definidas até ao ano de 2033, Portugal vai, depois de Lisboa 1994, de Porto 2001 e de Guimarães 2012, ter mais uma cidade com o título de Capital Europeia da Cultura. A ação visa o desenvolvimento de um programa cultural anual com uma forte dimensão europeia, que, entre outros, integre a participação de artistas e organizações culturais locais e que concorra, nomeadamente, para alargar o acesso e a participação na cultura.

Retirando algumas investigações realizadas com a finalidade principal de obtenção de graus académicos (mestrado ou doutoramento) e de alguns estudos de grandes eventos culturais, de organizações e de municípios em particular, a análise dos públicos da cultura ainda não é uma prática ancorada em Portugal.

Por tudo isto, o POLObs considera relevante e pertinente que os municípios que estão a preparar a candidatura a CEC2027 possuam um retrato profundo dos seus públicos da cultura.

Partilhando da mesma perspetiva, no contexto da estratégia Braga Cultura 2030 e da candidatura de Braga a Capital Europeia da Cultura 2027, o Município de Braga encomendou ao POLObs um estudo de públicos com os seguintes objetivos:

  • analisar as estratégias de equipamentos e de eventos culturais âncora para o diálogo, o envolvimento, a fidelização, a captação e a formação de públicos;
  • traçar o perfil dos públicos da cultura do concelho de Braga;
  • identificar públicos potenciais no território;
  • estudar o grau de satisfação sobre as dinâmicas culturais municipais.

Quem sois vós, públicos?

Por ocasião do centenário da abertura do Teatro São João projetado pelo arquiteto Marques da Silva, e volvidos 27 anos sobre a sua aquisição por parte do Estado e inauguração como Teatro Nacional São João (TNSJ), 20 anos após o estudo de públicos coordenado por Maria de Lourdes Lima dos Santos e 12 anos da integração do TNSJ no setor empresarial do Estado, entende-se como oportuna e necessária a realização de um novo estudo de públicos do TNSJ.

Mais importante do que assinalar uma efeméride, o “Estudo de Públicos no Centenário do Teatro Nacional S. João” revela-se da maior importância uma vez que:

  1. prosseguindo fins de interesse público, o TNSJ tem por objeto a prestação de serviço público na área da cultura teatral, nomeadamente, através da “abertura do teatro à comunidade, captando e formando novos públicos”, sendo que para o cumprimento dessa dimensão do serviço público se torna fundamental um conhecimento atualizado dos seus públicos e dos seus públicos potenciais;
  2. analisando os Relatórios de Exercício do Conselho de Administração do último triénio (2015, 2016 e 2017), é possível observar, por um lado, que o público alcançado pelo TNSJ nas suas múltiplas atividades, dentro e fora de portas, tem sofrido flutuações significativas (115.463 no ano de 2014, 106.641 no ano de 2015, 70.691 no ano de 2016 e 142.283 no ano de 2017) e, por outro, que, nos mesmos documentos, os dados relativos aos públicos, nomeadamente no que concerne aos seus perfis, são, regra geral, circunstanciais;
  3. lançando um olhar sobre a realidade dos públicos de teatro a nível nacional, é inegável que se destaca um aumento do número médio de espetadores por sessão teatral (121,3 no ano de 1992 para 194,8 no ano de 2017), mas convém não esquecer, por um lado, que em 1960 o número homólogo era de 407,7 por sessão e, por outro lado, que 52% dos portugueses com mais de 16 anos afirmaram que, em 2015, não assistiram a nenhum espetáculo ao vivo;
  4. afirmando-se como um Teatro Nacional a Norte, o TNSJ excede, como é evidente, a sua área de influência para além da cidade onde se encontra a sua sede social e, por isso, a entidade pode e deve ter um papel importante na formação de novos públicos para o teatro a nível nacional, realça-se contudo que, não obstante estarem implícitos nas 10 ideias em que vai assentar o serviço público de excelência que o TNSJ quer prestar na próxima década, a verdade é que nenhuma das 10 ideias se centra explicitamente nos públicos e que, em todo o documento apresentado a 7 de março de 2020, as referências explícitas aos públicos do TNSJ são residuais;
  5. retirando algumas investigações realizadas com a finalidade principal de obtenção de graus académicos (mestrado ou doutoramento) e de alguns estudos de grandes eventos culturais, de organizações e de municípios em particular, a análise dos públicos da cultura ainda não é uma prática ancorada em Portugal, sendo que, ao contrário da área dos museus que foi recentemente alvo de vários estudos de públicos, na área do teatro os estudos ainda são mais escassos e desatualizados.

Com este pano de fundo, e para permitir um conhecimento atualizado, multidimensional, consistente e sustentado dos públicos do TNSJ, uma equipa multidisciplinar do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade encontra-se a realizar, no âmbito do Observatório de Políticas de Comunicação e Cultura (POLObs), o “Estudo de Públicos no Centenário do Teatro Nacional S. João”, que decorre até julho de 2021.

Para além de apresentar o perfil dos públicos que uma investigação desta natureza implica obrigatoriamente, este trabalho incluiu uma dimensão de análise centrada nas comunidades académicas do ensino superior da região Norte de Portugal (enquanto públicos potenciais naturais do TNSJ) e uma outra dimensão relacionada com a comunicação estratégica do TNSJ (procurando identificar alguns dos seus impactos para o diálogo, o envolvimento, a fidelização, a captação e a formação de públicos).

 

Crédito da imagem: Teatro Nacional de S. João

Impactos da COVID-19 no setor cultural português

À medida que a COVID-19 se foi aproximando de Portugal e do setor cultural português (o que pode ser simbolicamente assinalado, com a notícia de 29 de fevereiro de 2019 de que o escritor chileno Luís Sepúlveda tinha contraído o vírus e que, na mesma altura, tinha estado presente em Portugal num grande evento literário), foi-se tornando cada vez mais claro que Portugal e o setor cultural nacional não estavam imunes à pandemia decretada pela OMS a 9 de março de 2020.

A sequência de eventos e de iniciativas que ocorreram, de forma muito rápida, na primeira quinzena de março de 2020 em Portugal, e que foram desencadeadas pelo primeiro caso positivo diagnosticado a 1 de março, revelou inequivocamente que os impactos que a situação iria provocar seriam substantivos e transformadores da sociedade portuguesa.

Este pano de fundo que concorreu para que o POLObs tenha considerado relevante e pertinente desenvolver um projeto de investigação que visa identificar e analisar alguns dos impactos da COVID-19 no setor cultural português.

O projeto visa cumprir os seguintes objetivos:

  • Aferir o impacto mediático das alterações provocadas no setor cultural português face à COVID-19;
  • Identificar o fluxo de notícias produzidas pelos municípios e pelas NUT’s 3 sobre as alterações provocadas na atividade cultural municipal e das NUT’s 3 em virtude da COVID-19;
  • Analisar as iniciativas do Ministério da Cultura, bem como de organismos e de entidades tuteladas pelo Ministério da Cultura, para enfrentar os constrangimentos provocados no setor cultural pela COVID-19;
  • Avaliar os impactos, esperados e observados, que a COVID-19 terá e teve nos profissionais e organizações do setor cultural português.

O desenvolvimento do estudo tem como base uma metodologia que conjuga uma abordagem qualitativa com uma abordagem quantitativa e integra instrumentos e técnicas diversificadas, nomeadamente um INQUÉRITO POR QUESTIONÁRIO DESTINADO A PROFISSIONAIS E ORGANIZAÇÕES DO SETOR CULTURAL PORTUGUÊS.

 

 

Cultura no pós-Norte 2020

No âmbito do processo de preparação do programa que sucederá ao Programa Norte 2020 (Norte 2020), a Direção Regional de Cultura do Norte (DRCN) encomendou um estudo ao Observatório de Políticas de Ciência, Comunicação e Cultura (POLObs) do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho (CECS-UM) que concorresse para a definição de uma Estratégia e Política Cultural Regional, que refletisse estruturalmente os interesses comuns e partilhados da região e, deste modo, as grandes opções de investimento a definir para os próximos 10 anos.

Com este pano de fundo foi desenhado o estudo “Cultura no pós-Norte 2020” com os seguintes objetivos específicos:

  • diagnosticar algumas das dimensões das políticas culturais locais da região Norte (e.g. órgãos autárquicos, instrumentos formais de gestão, recursos financeiros, recursos humanos, recintos culturais, património cultural imóvel, associativismo cultural) no mandato autárquico que se iniciou em 2017;
  • aferir como alguns dos atores da região (municípios, entidades intermunicipais e organizações do setor cultural) avaliam a presença da cultura nas prioridades definidas para o Norte 2020;
  • identificar a visão estratégica dos municípios da região Norte para as políticas culturais municipais até 2030;
  • reunir contributos dos atores da região (municípios, entidades intermunicipais e organizações do setor cultural) sobre as prioridades, na área da cultura, no programa que sucederá ao Norte 2020;
  • identificar boas práticas nacionais e internacionais de políticas culturais à escala regional.

O estudo “Cultura no pós-Norte 2020”, que decorreu entre fevereiro e julho de 2020, integrou uma metodologia que conjugou uma abordagem qualitativa com uma abordagem quantitativa e para além da análise documental, os principais instrumentos de recolha de dados foram um inquérito por questionário online, aplicado nos meses de fevereiro e de abril aos municípios da área de influência da DRCN, e a dinamização de 15 grupos de discussão com representantes de EIM’s, municípios e organizações e profissionais do setor cultural.

Os resultados do estudo serão apresentado no último trimestre de 2020.

Equipa do projeto

Manuel Gama (Investigador Responsável)

Rui Cruz

Daniel Noversa

Joana Almada

António Ferreira

Vanessa Barros

Jorge Silva

Carlos Pimenta

Cynthia Luderer

Vítor de Sousa

 

Entidade financiadora

Direção Regional de Cultura do Norte

Cultura no pós-Centro 2020

No âmbito do processo de preparação do programa que sucederá ao Programa Centro 2020 (Centro 2020), a Direção Regional de Cultura do Centro (DRCC) encomendou um estudo ao Observatório de Políticas de Ciência, Comunicação e Cultura (POLObs) do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho (CECS-UM) que concorresse para a definição de uma Estratégia e Política Cultural Regional, que refletisse estruturalmente os interesses comuns e partilhados da região e, deste modo, as grandes opções de investimento a definir para os próximos 10 anos.

Com este pano de fundo foi desenhado o estudo “Cultura no pós-Centro 2020” com os seguintes objetivos específicos:

  • diagnosticar algumas das dimensões das políticas culturais locais da região Centro (e.g. órgãos autárquicos, instrumentos formais de gestão, recursos financeiros, recursos humanos, recintos culturais, património cultural imóvel, associativismo cultural) no mandato autárquico que se iniciou em 2017;
  • aferir como alguns dos atores da região (municípios, entidades intermunicipais e organizações do setor cultural) avaliam a presença da cultura nas prioridades definidas para o Centro 2020;
  • identificar a visão estratégica dos municípios da região Centro para as políticas culturais municipais até 2030;
  • reunir contributos dos atores da região (municípios, entidades intermunicipais e organizações do setor cultural) sobre as prioridades, na área da cultura, no programa que sucederá ao Centro 2020;
  • identificar boas práticas nacionais e internacionais de políticas culturais à escala regional.

O estudo “Cultura no pós-Centro 2020”, que decorreu entre agosto de 2019 e fevereiro de 2020, integrou uma metodologia que conjugou uma abordagem qualitativa com uma abordagem quantitativa e para além da análise documental, os principais instrumentos de recolha de dados foram um inquérito por questionário online, aplicado nos meses de agosto e setembro de 2019 aos municípios da área de influência da DRCC, e a dinamização de 12 grupos de discussão com representantes de EIM’s, municípios, organizações e profissionais do setor cultural.

 

Equipa do projeto

Manuel Gama (Investigador Responsável)

Pedro Rodrigues Costa (Co-Investigador Responsável)

Daniel Noversa

António Ferreira

Jorge Silva

Edson Capoano

Carlos Pimenta

Cynthia Luderer

Fernanda Pinheiro

Vítor de Sousa

Entidade financiadora

Direção Regional de Cultura do Centro

 

2CN-CLab

O 2CN-CLab (Cultural Cooperation Networks – Creative Laboratory) foi criado, no âmbito do projeto “Redes de Cooperação Cultural: Portugal europeu, lusófono e ibero-americano” (SFRH/BPD/101985/2014), com o objetivo de promover a discussão crítica e construtiva sobre as redes culturais e, desta forma, sensibilizar e potenciar a capacitação dos envolvidos para a participação qualificada em organizações desta natureza.

O 2CN-CLab foi pensado como espaço itinerante para permitir que a discussão sobre a temática das redes culturais seja mais próxima dos profissionais e das organizações do setor cultural, possibilitando uma participação mais ativa dos principais destinatários do projeto. Tendo em consideração o público-alvo, definiu-se que, para a implementação do 2CN-CLab, o mais adequado seria realizar inicialmente ações de curta duração, utilizando uma abordagem informal, exploratória e transdisciplinar, para, posteriormente, realizar ações mais prolongadas no tempo aplicando metodologias inspiradas no design thinking e na investigação-ação. O formato das ações incluídas no 2CN-CLab é muito flexível pois varia, nomeadamente, em função do contexto onde são promovidas, podendo ser: sessões mais teóricas em jeito de conferências, palestras e seminários; sessões de partilha de experiências como debates, grupos de discussão e mesas-redondas; ou sessões eminentemente práticas de formação-ação de apoio à avaliação, ao desenho e à implementação de projetos em rede.

O 2CN-CLab foi dinamizado de forma experimental no ano de 2016 na Península Ibérica com a realização, entre janeiro e dezembro, de um total de quinze ações de curta duração (regra geral meio dia), co-promovidas com catorze instituições de ensino superior e centros de investigação de Portugal e Espanha. As ações contaram com a presença de 444 estudantes, docentes, investigadores e profissionais do setor cultural originários do Brasil, Espanha, Itália, México, Polónia e Portugal.

No âmbito do 2CN-CLab 2017 realizaram-se, entre junho e dezembro, um total de dezasseis ações no Brasil (umas Jornadas e quatro Talks), em Espanha (duas Talks) e em Portugal (três Jornadas e seis Talks), que contaram com a intervenção/participação de um total de 540 estudantes, docentes, investigadores e profissionais do setor cultural.

Para o ano de 2018 está prevista a dinamização de quatro tipologias de ações, a saber:

2CN-CLab TALKs “Cultura, Redes e Política”, que visam, independentemente das entidades co-promotoras e dos locais onde decorrem, a realização de conversas informais, mas consequentes, sobre aspetos relacionados com a cultura (nos seus mais variados domínios, funções ou dimensões), com as redes (enquanto estruturas organizacionais horizontais, policentradas e multilaterais, que podem potenciar o trabalho no setor cultural) e com a política cultural (enquanto campo de ação individual e coletivo, público e privado).

2CN-CLab Working Days, que são encontros de trabalho em torno de alguns documentos, nacionais e internacionais, considerados como basilares para os profissionais do setor cultural do século XXI. A seleção dos documentos objeto dos Working Days é efetuada pela equipa do projeto em articulação com os co-promotores. Cada Working Day destina-se a um grupo restrito de 20 profissionais e futuros profissionais do setor cultural (público e/ou privado), que se reúne durante um dia para, por um lado, analisar e discutir criticamente o documento selecionado e, por outro lado, tentar identificar pontos de afinidade entre os elementos do grupo que, à luz das suas práticas e do espírito do documento e do 2CN-CLab, permitam o desenvolvimento de projetos culturais em rede ou a consolidação de projetos em curso.

Jornadas 2CN-CLab “Cultura, Cooperação e Redes”, que visam, por um lado, convocar os protagonistas do setor cultural para participarem ativamente no processo de reflexão e diálogo sobre as redes culturais através da apresentação e discussão de experiências práticas e, por outro lado, promover o diálogo entre os agentes do setor cultural. Nas Jornadas Temáticas o foco é o trabalho em rede num domínio cultural específico a selecionar pelas entidades co-promotoras e nas Jornadas Territoriais o fio condutor são as práticas de trabalho em rede num determinado território.

Programas de Formação-Ação “Redes Culturais: Cooperação e Internacionalização”, que têm a duração mínima de 128 horas (64 horas de formação + 32 horas de consultoria + 32 horas de consultoria formativa) em cada um dos territórios aderentes. Apesar de haver uma estrutura pré-definida, os programas de formação-ação são desenhados especificamente em função do contexto onde vão ser implementados.

Equipa 2CN-CLab: Manuel Gama (Coordenação Geral); Helena Sousa, Maria Immacolata Vassallo de Lopes & Xosé López Garcia (Comissão Científica); Fernanda Pinheiro (Técnica de Investigação, CECS-UM); Clemência Matos (Produção Executiva, Dois Pontos Associação Cultural).

O calendário das ações realizadas e a realizar encontra-se disponível no site do 2CN-CLab.

Para obter mais informações não hesite em contactar-nos (2cn.clab@gmail.com).

2CN-CLab

Redes de Cooperação Cultural Transnacional: Portugal europeu, lusófono e ibero-americano

“Redes de Cooperação Cultural Transnacionais: Portugal europeu, lusófono e ibero-americano” é um projeto de pós-doutoramento que está a ser desenvolvido, com o apoio da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (SFRH/BPD/101985/2014) desde fevereiro de 2015, em Portugal no Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho (CECS-UM), em Espanha na Faculdade de Ciências da Comunicação da Universidade de Santiago de Compostela (FCC-USC) e no Brasil na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP).

O projeto tem como objetivo principal fomentar práticas qualificadas de trabalho em rede em profissionais e organizações do setor cultural, apoiando a aquisição de aptidões, competências e conhecimentos que concorram para facilitar o acesso mais generalizado às oportunidades profissionais e para promover a cooperação cultural nacional e transnacional.

Para se atingir o objetivo macro enunciado, foram definidos cinco específicos para o projeto de investigação:

  1. Estudar os principais modelos internacionais de redes de cooperação cultural nacionais e transnacionais;
  2. Mapear as redes culturais existentes em Portugal;
  3. Analisar as relações, internas e externas, estabelecidas nas redes de cooperação cultural portuguesas identificadas;
  4. Analisar o processo e a estratégia de comunicação das redes de cooperação cultural portuguesas identificadas;
  5. Identificar e apresentar as condições para o estabelecimento de um ambiente potenciador para a promoção de redes de cooperação cultural em contexto nacional e para a participação dos profissionais e das organizações do setor cultural portugueses em redes transnacionais.

Para cumprir os cinco objetivos específicos foram definidas quatro tarefas com as seguintes designações:

  1. Boas Práticas Internacionais de Redes de Cooperação Cultural Transnacionais;
  2. Redes Culturais Portuguesas;
  3. Densidade e Expressividade das Redes de Cooperação Cultural Portuguesas;
  4. Dinâmica e Transnacionalidade para as Redes de Cooperação Cultural.

Todas as informações sobre o projeto de investigação, nomeadamente a articulação entre os objetivos específicos e as tarefas, bem como as etapas de cada tarefa, podem ser consultadas nas plataformas online do projeto.

Equipa

Site do projetoSite das Redes NacionaisSite das Redes TransnacionaisSite do 2CN-CLab

Políticas de comunicação, radiodifusão pública e cidadania: subsídios para o desenvolvimento sociocultural de Portugal e do Brasil

O projeto “Políticas de comunicação, radiodifusão pública e cidadania” resultou de uma parceria entre a Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília e o Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho, que assim procuraram estabelecer relações de cooperação científica e contribuir para o intercâmbio de investigadores em formação avançada. O plano de trabalhos teve como objetivo principal problematizar os desafios que se colocam hoje à radiodifusão pública no espaço luso-brasileiro em contexto de adaptação da produção, difusão e acesso a conteúdos mediáticos em novas plataformas digitais.

Organizado em quatro eixos principais, este projeto procurou contribuir para a produção de conhecimento na esfera das linhas de investigação dos dois grupos envolvidos e fortalecer a formação avançada de recursos humanos nas seguintes áreas:
– novas tecnologias;
– políticas de comunicação e conteúdos mediáticos;
– participação, cidadania e educação para os média.

Equipa portuguesa: Madalena Oliveira (coordenadora); Felisbela Lopes, Luís António Santos, Sara Pereira, Pedro Portela, Teresa Costa Alves, Ivo Neto e Clarisse Pessoa

Equipa brasileira: Fernando Oliveira Paulino (coordenador); Nelia del Bianco; Carlos Eduardo Esch; Elen Geraldes; Murilo César Ramos; Mariana Martins de Carvalho; Sérgio Ribeiro e Flávia Rocha

Financiamento: FCT/Capes

Período de desenvolvimento: 2014-2016

Link do projeto

Surgimento e desaparecimento de títulos da imprensa escrita no Portugal contemporâneo

Este projeto teve o propósito de analisar o cenário em mudança da imprensa portuguesa contemporânea e aferir os fatores que tanto impulsionaram o lançamento de novos títulos como motivaram as falências e encerramentos de outros. Tal análise permitiu retirar algumas ilações acerca dos sucessos e insucessos da imprensa escrita. Na prossecução desse objetivo, foi constituída uma base de dados das entradas e saídas do mercado da imprensa escrita no país durante a era democrática.

O período de análise, desde 1974 a 2009, permitiu avaliar e contrastar três períodos distintos do sistema de imprensa português: a) o pós-ditadura que integra o estabelecimento das liberdades básicas, a abolição da censura, a nacionalização dos media propriedade de grupos económicos e entidades com ligações estreitas ao antigo regime; b) a privatização e comercialização da imprensa que decorre dos anos 1980 após a acessão à Comunidade Económica Europeia até à década de 90 caracterizada pela reprivatização dos títulos detidos pelo Estado, a liberalização do sistema mediático e consolidação dos grupos de comunicação portugueses; c) o impacto da digitalização e convergência multimédia do início do século XXI até 2009 quando o mais recente título da imprensa portuguesa foi lançado – o jornal ‘i’, um período assinalado pelos esforços de inovação e investimentos sem precedentes em reestruturar e adaptar os jornais, e alterar os procedimentos de recolha e disseminação da informação.

Equipa: Rui Novais (coordenador)

Financiamento: FCT [Refª PTDC/CCI-COM/122387/2010]

Período de desenvolvimento: 2012-2014

A regulação dos média em Portugal

O projeto de investigação “A Regulação dos Media em Portugal: O Caso da ERC” foi desenvolvido no Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (CECS) da Universidade do Minho entre 2010 e 2013 por um conjunto de investigadores cujos interesses se centram em áreas como a das Políticas da Comunicação, do Jornalismo e da Educação para os Média.

O projeto teve como objetivo ser um contributo aprofundado para o estudo da regulação dos meios de comunicação em Portugal bem como da sua integração na cena internacional. Para tal, contou com a colaboração, por intermédio da Investigadora Responsável, Helena Sousa, com o EuroMedia Research Group. Esta linha de investigação foi desenvolvida em duas frentes: através da análise comparativa de outros organismos reguladores de diversos países e tendo como referência o papel de alguns dos principais atores em matéria de políticas da comunicação (como a UNESCO ou o ITU). O foco principal da sua análise foi o desempenho da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), o organismo que regula o setor desde 2005, não descurando o papel das entidades que ao longo dos anos escrutinaram a atividade dos média.

Equipa: Helena Sousa (coordenadora), Manuel Pinto, Felisbela Lopes, Joaquim Fidalgo, Stanislaw Jedrzejewski, Elsa Costa e Silva, Ana Melo, Sergio Denicoli, Luís António Santos, Mariana Lameiras e Marta Eusébio Barbosa

Financiamento: FCT (Refª PTDC/CCI-COM/104634/2008]

Período de desenvolvimento: 2010-2013

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Jornalismo televisivo e cidadania: os desafios da esfera pública digital

A informação televisiva é um excelente lugar a partir do qual podemos avaliar a vitalidade do espaço público e conhecer as (re) configurações por que passa o campo jornalístico. Este projeto assumiu-se enquanto observatório vocacionado para analisar a responsabilidade social da televisão na promoção da cidadania e, simultaneamente, para pensar as fronteiras do campo jornalístico, decorrentes de uma programação que dá sucessivos sinais de abertura à participação do público. O plano de trabalhos procurou saber quem são os convidados dos plateaux de informação e quais as formas de jornalismo participativo que a TV abre aos telespectadores.

Equipa: Felisbela Lopes (coordenadora), Luís António Santos, Manuel Pinto, Helena Sousa, Luís Miguel Loureiro, Fábio Ribeiro e Ivo Neto

Financiamento: FCT [Refª PTDC/CCI-JOR/099994/2008]

Período de desenvolvimento: 2010-2013

Estudo sobre o porte-pago e incentivos à imprensa

No âmbito do Protocolo de cooperação técnica e científica, celebrado no dia 30 de Abril de 2009, entre o Gabinete para os Meios de Comunicação Social (GMCS) e a Universidade do Minho (UM), o Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade levou a cabo, entre os dias 2 de Maio e 31 de Outubro de 2009, o desenvolvimento de um modelo de avaliação da política de incentivo à leitura (anteriormente designada de ‘porte pago’). Este projeto de investigação exigiu um trabalho substantivo de recolha documental que implicou a interação com vários órgãos de comunicação social e com as seguintes instituições:  Entidade Reguladora para a Comunicação Social, Instituto Nacional de Estatística, Observatório da Comunicação e Marktest.

Equipa: Manuel Pinto e Helena Sousa (coordenadores), Felisbela Lopes, Joaquim Fidalgo, Luísa Teresa Ribeiro, Rui Passos Rocha e Marta Eusébio Barbosa

Financiamento: Gabinete para os Meios de Comunicação Social

Período de desenvolvimento: maio a outubro de 2009

Mediascópio: estudo da reconfiguração do campo da comunicação em Portugal

Este projeto teve como objetivo recolher, catalogar, organizar e analisar o que de mais relevante vai sendo dito sobre os média nos próprios média, com isso procurando identificar tendências, descortinar linhas evolutivas, perceber sinais de cristalização ou, inversamente, de mudança – e, assim, contribuir para uma melhor compreensão das linhas de força que se entrecruzam nos diversos campos da comunicação pública, bem como dos novos rumos que ela vai trilhando em cada momento deste nosso tempo em tão acelerado movimento.

Equipa: Manuel Pinto (coordenador), Helena Sousa, Joaquim Fidalgo, Felisbela Lopes, Sandra Marinho, Luísa Teresa Ribeiro, Sara Moutinho, Ana Melo, Alberto Sá e Madalena Oliveira

Financiamento: FCT [Refª POCTI/COM/41888/2001]

Período de desenvolvimento: 2002-2005

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